Vou enchendo linguiça aqui, pois o assunto é só excursoes pela área (de Van).
Como planejado saimos as 04:00hs. A van nos pegou e depois saiu catando gente da excursão para os Geiser, piscina térmica (do lado) e também a uma "grande" cidade chamada Machuca (tem 28 casas - eu contei do alto, uma igreijinha e quase 100 habitantes - um pouco maior do que São Paulo rsrsrsrs).
O motivo do horário é que os geiser emergem pela manhã e enfraquecem após o sol nascer (acho que alguém desliga o bicho). São centenas de buracos no chão saindo fumaça e/ou água quentíssima (ficam borbulhando e em algums momentos sobem jatos de água). Essas águas chegam por subterraneos até 4.000 metros de profundidade dos vulcões da Bolivia que fica a uns 10km de distância (dá para se ver os vulcões). Dos buracos saem água quente (Geiser) ou fumaça (Fumarola), onde entramos no meio da fumaçarada e tiramos fotos. Quando chegamos a temperatura era de -4,5º e estavamos a 4.320 m.s.n.m. A medida que vamos chegando (subindo) sentimos desconforto na respiração (todo mundo sente). Realmente esta excursão valeu a pena. O troço é bonito de se ver. Em seguida, lá mesmo, o pessoal começou a tomar banho na piscina térmica com temperaturas entre 24º e 35º. Não tomei banho, porque não era o meu dia de banho e tinha muita roupa para tirar (fomos prevenidos, pois o frio é danado) e tinha que ser dentro da van.... muito trabalho. Só molhei os pés.
Bem, nesta parte da tarde o Sandro foi fazer outra excursão. Não fui porque já estou de deserto até na alma. Cada excursão se anda de van horas pelo deserto para chegar até a atração vendo lhamas, vicunhas, etc..... sem esquecer que tem que voltar. Todos vão e voltam batendo cabeça (sono e cansaco).
Um pouquinho de San Pedro de Atacama.
Eu no meio da rua, de noite.
Loja para uso da internet.
Prédio na praça principal.
Mercadão (único). Galeria com lojinhas com souvenir.
Amigos holandeses, que moram em São Paulo, em confraternização na última noite em San Pedro.
Procissão noturna em homenagem a Virgem Maria (feriado no Chile). Os pontinhos na foto são mosquitos.
A cidade é bem rustica, todas as casas são de barro batido e tijolo, sem acabamento. As ruas, também, são de barro batido... parece cidade de filme de bang-bang no interior do México. Todas são térreas, não tem nada com 2º andar.
A aparência externa é essa que descrevi, porém por dentro, são bonitas. Restaurantes e bares simpáticos e interessantes. Aqui parece que só tem hostel, hoteis, restaurantes, casas de câmbio, lojinhas de souvenir e lojas vendendo excursões.
Vou esperar o Sandro voltar para fazermos a programação de amanhã... depois de amanhã nos mandamos para Antofagasta.
As fotos, assim que der coloco no blog.
Abração para todos.
Nossa expectativa é mostrar à quem nos acompanha remotamente nessa viagem, dentro do possível registrada dia-a-dia, para que possam "curtir" enviando suas mensagens, expondo suas opiniões e que, futuramente, novos aventureiros possam usufruir dessa experiência.
Objetivo
Objetivo
Descrever a agenda de viagem dos motociclistas Sandro, Wagner e Guaraci ao Deserto do Atacama no Chile, saindo do Rio de Janeiro em 27/11/2010 com previsão de retorno entre 20-22/12/2010, desde os preparativos até sua conclusão.
Inicialmente realizaremos algumas viagens locais, que também registraremos, para verificação dos desgastes físicos e dos equipamentos.
Pensamento
Nada é mais forte que o coração e o companherismo de um motociclista, porque ele é forjado no calor do asfalto, no frio do vento e na àgua da chuva (autor desconhecido).
Descrever a agenda de viagem dos motociclistas Sandro, Wagner e Guaraci ao Deserto do Atacama no Chile, saindo do Rio de Janeiro em 27/11/2010 com previsão de retorno entre 20-22/12/2010, desde os preparativos até sua conclusão.
Inicialmente realizaremos algumas viagens locais, que também registraremos, para verificação dos desgastes físicos e dos equipamentos.
Pensamento
Nada é mais forte que o coração e o companherismo de um motociclista, porque ele é forjado no calor do asfalto, no frio do vento e na àgua da chuva (autor desconhecido).
Magrela, Formigão e Gordarela fazendo pose.
As motos Magrela, Formigão e Gordarela fazendo pose no deserto.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
domingo, 5 de dezembro de 2010
Postagem do Guaraci - dia 05
Vou tentar acrescentar, no final, o que me lembrar de mais coisas do dia em que chegamos (04).
Estou em uma loja da internet ao lado da pousada. O Sandro foi fazer outra excursão agora de tarde (Vale de La Luna). Não fui, jà vi muito deserto com pedras, sal e vulcões para um dia só.
De manhã fizemos excursão a Reserva Nacional de "Los Flamencos" e lagunas Miscanti e Miniques... com café da manha (desaiuno) e almoço (almozo) incluídos (antes não tivesse). Saimos as 06:00hs e chegamos às 15:00hs (aqui é uma hora a menos do que ai).
Achei o passeio fraco... depois de rodar quase 1 hora pelo deserto (onde se vê os vulcoes Miscanty, Miniques e Lincancabor o tempo todo) paramos na tal reserva, tivemos que pagar para avançar mais 200 metros e de onde se vê, mais de perto, meia duzia de galinhas e passarinhos cheios de nomes pomposos, como: Parina Grande, Flamenco Chileno e Parica Chica. Uma água fedorenta (que vem do degelo das neves das montanhas) onde os bichos tiram seus alimentos. Ai mesmo tomamos o café da manhã (muito do safado) e fomos para 4.200 metros acima do nível do mar ver as tais lagunas. O condutor fez algumas paradas para adaptação com a altura. Disse que já haviamos passado pelo Jama a 4.750 m.s.n.m sem problemas (quase).
Pagamos para entrar (eu paguei meia, não foi porque sou só bonito rsrsrsr) e vimos 2 enormes poças de água onde tinham algumas vicunhas, gaivota andina, .... Na volta, almocamos no Imperial Palace Coisa Nenhuma (um boteco de barro no meio do nada, bem perto de sei lá). Adivinhem o que foi o "rango" (como sempre acontece comigo). O 1º prato tinha um pedaço de urubu depenado boiando no meio de uma água com um gosto temperado bem estranho e o 2º prato foi um pedaço de cerro (tipo carne) com arroz.... (comi só o suficiente para sobreviver) hehehehe... O Sandro quase ganhou o fusca. Só nao ganhou porque não acertou da 1ª vez do que era feita o suco que foi servido rsrsrs
Depois paramos em uma "cidade" chamada Toconao, também no meio do nada, com um campanário construído em 1.750 todo de barro e pedra. Dizem que na cidade tem uns, quase, trezentos habitantes... eu acho que vi uns 15 em toda cidade. O resto deveria estar em casa vendo o Faustao.
Na volta apareceu uma raposa (aqui chamam de zorro) no meio da estrada.... paramos e tiramos fotos... (ela fez até pose). De resto muitos burricos e vicunhas comendo ao lado da estrada.
Informacoes adicionais sobre o dia 04:
Quando chegamos aqui, logo adiante da placa em que estamos na foto de San Pedro de Atacama, estão a alfandega e a aduana chilena. Pedem tudo na aduana e o cara da alfandega era um brasileiro que mora aqui a 30 anos... tive que abrir a mochila... ele até que foi bem simpático.
Da alfandega/aduana argentina até aqui foram 165km de serra e o famoso deserto (Paço de Jama com 4.750 m.s.n.m), sem mais nada. É o deserto mais árido do mundo. Todas as estradas da Argentina e Chile, até o momento, são ótimas. A maioria, retas intermináveis.
Troquei US$ 400,00 e recebi 190.000 pesos chilenos... pensei que estava rico, que nada. Um refrigerante custa 750,00 pesos, 1 cerveja 2.500 pesos. Aqui tem-se que estar sempre bebendo alguma coisa (muito seco) e eu aproveito a deixa hehehehe .... e assim vai.
Beijos e abracos a todos que nos seguem.
e.t.:
1) As fotos vamos pegando aos pouquinhos (estão no laptop do Sandro). Já são mais de 2.000.
2) Amanhã faremos um excursão aos geises e lago térmico... depois passo mais informacoes. Só sei que para ver os geisers, teremos de acordar às 3 da madruga. Dizem que faz um frio de -5º ou -10º... seja o que Deus quiser, quem está no fogo é para se molhar rsrsrsrs
Estou em uma loja da internet ao lado da pousada. O Sandro foi fazer outra excursão agora de tarde (Vale de La Luna). Não fui, jà vi muito deserto com pedras, sal e vulcões para um dia só.
De manhã fizemos excursão a Reserva Nacional de "Los Flamencos" e lagunas Miscanti e Miniques... com café da manha (desaiuno) e almoço (almozo) incluídos (antes não tivesse). Saimos as 06:00hs e chegamos às 15:00hs (aqui é uma hora a menos do que ai).
Achei o passeio fraco... depois de rodar quase 1 hora pelo deserto (onde se vê os vulcoes Miscanty, Miniques e Lincancabor o tempo todo) paramos na tal reserva, tivemos que pagar para avançar mais 200 metros e de onde se vê, mais de perto, meia duzia de galinhas e passarinhos cheios de nomes pomposos, como: Parina Grande, Flamenco Chileno e Parica Chica. Uma água fedorenta (que vem do degelo das neves das montanhas) onde os bichos tiram seus alimentos. Ai mesmo tomamos o café da manhã (muito do safado) e fomos para 4.200 metros acima do nível do mar ver as tais lagunas. O condutor fez algumas paradas para adaptação com a altura. Disse que já haviamos passado pelo Jama a 4.750 m.s.n.m sem problemas (quase).
Pagamos para entrar (eu paguei meia, não foi porque sou só bonito rsrsrsr) e vimos 2 enormes poças de água onde tinham algumas vicunhas, gaivota andina, .... Na volta, almocamos no Imperial Palace Coisa Nenhuma (um boteco de barro no meio do nada, bem perto de sei lá). Adivinhem o que foi o "rango" (como sempre acontece comigo). O 1º prato tinha um pedaço de urubu depenado boiando no meio de uma água com um gosto temperado bem estranho e o 2º prato foi um pedaço de cerro (tipo carne) com arroz.... (comi só o suficiente para sobreviver) hehehehe... O Sandro quase ganhou o fusca. Só nao ganhou porque não acertou da 1ª vez do que era feita o suco que foi servido rsrsrs
Depois paramos em uma "cidade" chamada Toconao, também no meio do nada, com um campanário construído em 1.750 todo de barro e pedra. Dizem que na cidade tem uns, quase, trezentos habitantes... eu acho que vi uns 15 em toda cidade. O resto deveria estar em casa vendo o Faustao.
Na volta apareceu uma raposa (aqui chamam de zorro) no meio da estrada.... paramos e tiramos fotos... (ela fez até pose). De resto muitos burricos e vicunhas comendo ao lado da estrada.
Informacoes adicionais sobre o dia 04:
Quando chegamos aqui, logo adiante da placa em que estamos na foto de San Pedro de Atacama, estão a alfandega e a aduana chilena. Pedem tudo na aduana e o cara da alfandega era um brasileiro que mora aqui a 30 anos... tive que abrir a mochila... ele até que foi bem simpático.
Da alfandega/aduana argentina até aqui foram 165km de serra e o famoso deserto (Paço de Jama com 4.750 m.s.n.m), sem mais nada. É o deserto mais árido do mundo. Todas as estradas da Argentina e Chile, até o momento, são ótimas. A maioria, retas intermináveis.
Troquei US$ 400,00 e recebi 190.000 pesos chilenos... pensei que estava rico, que nada. Um refrigerante custa 750,00 pesos, 1 cerveja 2.500 pesos. Aqui tem-se que estar sempre bebendo alguma coisa (muito seco) e eu aproveito a deixa hehehehe .... e assim vai.
Beijos e abracos a todos que nos seguem.
e.t.:
1) As fotos vamos pegando aos pouquinhos (estão no laptop do Sandro). Já são mais de 2.000.
2) Amanhã faremos um excursão aos geises e lago térmico... depois passo mais informacoes. Só sei que para ver os geisers, teremos de acordar às 3 da madruga. Dizem que faz um frio de -5º ou -10º... seja o que Deus quiser, quem está no fogo é para se molhar rsrsrsrs
sábado, 4 de dezembro de 2010
Postagem do Guaraci dos dias 02-03 e 04
Dia 02
Sem muita novidade nesse dia.Fomos pegar a BMW do Sandro que estava na revisao dos 10.000km. Fomos ao shopping tentar comprar um GPS, sem sucesso. Solicitamos e comemos empanadas, regadas a cerveja Imperial na pousada, com os donos... até bem tarde.
Dia 03
Ai o bicho pegou. Saimos da pousada com muita chuva e subimos Tavi del Vale. Curva para todo lado (direito, esquerdo, prá cima e prá baixo).Teria sido legal se eu tivesse visto alguma coisa. Chovia, estava nublado e eu com a viseira e os óculos embassados... ia no cheiro. Para o Sandro foi mole, ele enxergava rsrsrsr
Atrás da gente, na foto, está o tal de Tavi del Vale, por onde passamos.
Lá no alto, do nada, bateu um frio desgraçado e, ao pararmos para umas fotos, nossa acompanhante deu xilique, pois seus dedos estavam duros de frio. Sr(a)s., eu vi o cão chupando manga. Depois da descida, voltou tudo ao normal, paisagens belissimas com sol e tudo. Lembram do vento que eu falei anteriormente, sobre andar de lado na moto, pois é, comparado ao que passei lá embaixo era brisa.... resumindo: iamos parar em Santiago del Estero e emendamos para Pumamarca, onde chegamos com mais chuva. Terminamos numa pousada, hoooooooooooooooooorível (como era só por uma noite encaramos). Como o dia começou com muita emoção, não poderia terminar melhor.
Olhem a entrada da linda pousada, bem em frente a praça principal na foto seguinte.
Ia esquecendo de comentar sobre as aulas teóricas de moto que o Sandro tinha me dado... agora ele mostrou, na prática, como cair para a direita e para a esquerda. Parou para tirar fotos em um monte de areia e o pé não deu.... resultado: chao. Só feriu o orgulho dele rsrsrsrs. Aliáis adivinhem o que o cara grita quando cai? :".... tira foto, tira foto, tira foto". Isso é que é um bom instrutor.
Dia 04
Subimos o Passo de Jama e passamos pelo deserto do Atacama. Vista lindissima. No alto do Passo ninguém sentiu nada, só que o cérebro fica meio alienado... cada parada e um sufoco para voltar para as motos (pernas pesadas). Enfim temos muito o que comentar mas estou usando a internet de uma loja que já vai fechar.
Estamos todos bem aqui em San Pedro de Atacama, no Chile. Objetivo alcançado e Missao cumprida.
Não deu para rever o texto... vai como está.
Enfim chegamos a San Pedro do Atacama !!! Post do Sandro.
Vamos lá, ontem saimos de Tucuman debaixo de chuva e passamos por uma estradinha linda que valeu a pena mesmo sem poder ver muita coisa. Passamos um frio danado, 11 graus no painel da moto parecem 11 graus negativos com o vento e a chuva. Este caminho é mais longo mas muito mais bonito que a estrada normal. Neste dia rolaram o primeiro e o segundo tombo da viagem, acho que estou ficando mais baixo ou a moto mais alta, parei na areia a beira da estrada e não consegui segurar o peso da gorda e lá fui ao chão, dificil foi levantar a maldita. Chegamos a Salta cedo demais e decidimos continuar ate Jujuy, chegando lá resolvemos ir um pouco mais adiante e dormimos em Purmamarca. Um vilarejo maravilhoso a 2200 m de altitude, conseguimos um "hotel" que assusta qualquer um. Por fora ele esta sendo construido ainda e por dentro os quartos estão prontos. Jantamos um belo peito de frango com arroz e purê que resolveu a fome.
Acordamos cedo e partimos para "o dia" da viagem, começamos a subir até 3 mil e pancada até chegarmos a Susques onde abastecemos. Fizemos a burocracia em Jama e curtimos um lanchinho no posto enquanto abasteciamos novamente. A estrada é fenomenal, com muitas curvas e visuais impressionantes passamos de 4700 metros de altitude no ponto mais alto, neste momento minha moto parecia ter metade da potência. Já passamos de 2 mil fotos, acho que umas mil foram tiradas hoje. Quando voltar vamos colocar todas em algum lugar na rede. Fiquei surpreso com o pouco frio, não desceu de 10 graus em nenhum momento e a altitude tambem não nos causou nenhum mal. Incrivel isso, todo mundo reclama e nós não sofremos nada, claro que rolou de ficar ofegante e com as mãos formigando mas ninguem precisou de oxigênio hehehe.
Estou na "Plaza" central da cidade usando a WIFI gratuita e experimentando uma Kunstmonn que vem a ser uma otima cerveja.
Amanhã vamos fazer uns passeios pela região e em 3 ou 4 dias começamos a volta.
Abraços,
Sandro.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Ja perdi a conta dos dias Post do Sandro.
Já não sei mais que dia é hoje, estou em Tucuman esperando a moto ficar pronta da revisão dos 10 mil km que alias e feita em uma manhã e pela metade do preço do Brasil. Ao meio dia vou lá pegar ela e dar uma passadinha numa revenda da Husaberg para pegar umas encomendas e dai voltar a pousada para continuar descansando as costas na rede da varanda.
Deixa eu colocar a minha versão da viagem em dia, fomos ao Paraguai fazer umas comprinhas e como tudo estava fechado nos restou um shopping menor que as galerias de antigamente. Comprei um Ray Ban de fibra de carbono que eu procurava há um tempão por um precinho impublicavel, deve ser falso, mas pelo preço não poderia ser diferente hehehe. Achei o Paraguai sujo, bagunçado e horroroso. Parece aqueles paises de quinto mundo que vemos pela TV. A passagem pela ponte da amizade foi ridicula, ZERO de fiscalização na ida e na volta, o Fernandinho Beira Mar pode ir e vir 1000 vezes com uma mala cheia de pó e outra de armas e NADA vai acontecer. Simplesmente assustador saber que isso funciona assim.
Saimos do hotel em Foz rumo a Argentina, a saida do Brasil e 100% fiscalizada veiculo por veiculo e leva menos de 5 minutos sem nem descer da moto, funciona como um pedagio que se para na cabine e resolve tudo. Depois de atravessar a ponte chegamos a Argentina e o esquema se repetiu, 5 minutos para a imigração e menos de 1 minuto na alfandega, tudo sem descer da moto.
O dia continuou sem sustos por grandes e chatas retas ate que a primeira baixa aconteceu, meu Zumo 550 (GPS) faleceu sem aviso previo. Na parada seguinte tentei reanima-lo tirando a bateria e colocando de volta mas não teve jeito. Um cara acostumado a viver cercado de tecnologia sofre tendo que voltar ao mapa de papel (que levei por segurança) e as perguntas pelo caminho hehehe. Nas estradas não tem dificuldade, mas quando chega nas cidades é um inferno.
Já mencionei as enormes e chatas retas???? Cortamos um bela fatia da Argentina atraves dessas retinhas hehehe. Não posso falar das velocidades pois tem pais e filhos lendo, mas chegamos rapidinho a Corrientes. Hotel encontrado e saimos para uma cerveja, tomamos uma tal de Imperial que se mostrou a melhor cerveja que já provei. Jantamos a beira do rio e fomos dormir.
Partimos logo após um café da manhã de "mierda" já que nada funcionava no hotel, foi mais um dia de interminaveis retas. Não se vê uma unica elevação nesta parte da Argentina, tudo absolutamente plano e chato, novamente velocidades impublicaveis e chegamos a Tucuman que fica 160 km depois de Santiago Del Estero que era nosso objetivo para o dia. A unica parte legal da estrada foi um trechinho de menos de meia hora com uma unica faixa pavimentada e as laterais de ripio (terra batida com pedrinhas soltas), ao cruzar um veiculo tinhamos que sair do pavimento para o ripio e depois voltar. Em velocidades de 3 digitos isso é bastante interessante hehehe.
A chegada em Tucuman sem GPS foi complicada e muitas perguntas depois estavamos no caminho certo para a revenda BMW daqui quando avistei a Husaberg (marca sueca de motos de Enduro), uma parada rapida ja me acalmou hehehe e mais tarde passo lá para ver umas coisinhas.
Enfim, desculpem o texto longo, mas estou em dia com voces. Amanhã começa a parte legal da viagem com estradas de montanhas passando por Cafayate até Salta. Depois é só cruzar a Cordilheira para nosso destino San Pedro do Atacama.
O Guaraci esta me surpreendendo positivamente, para um "coroa" ele até que acompanha bem ahahahahahahahahahahahahahahaha.
Abracos,
Sandro.
Postagem do Guaraci. Dias 30 e 01
Dia 30.
No hotel em Corrientes a internet estava fora do ar, por isso nao demos noticias.
No momento estou aqui em uma pousada em San Miguel de Tucuman, usando o laptop do Fernando (dono).
O tempo total da pousada de Foz até a fronteira (7km) e atravessá-la (alfandega e aduana), com fila e tudo, foram 25 minutos. Na aduana o Sandro mentiu, quando perguntado se tinha ido ao Paraguai (ficou com medo de acharem que ele estava trazendo "muambas") e eu tive que mostrar o seguro (carta verde) uso obrigatorio no mercosul.
Após o cambio fomos para a estrada, razoável até Pousadas, onde tinha muitos sinais e depois, até Corrientes e uma reta só.
Essa regiao da Argentina e chapada e entre uma cidade e outra são longas retas (horas a fio sem uma curvinha, pouco transito e muitos passáros, mosquitos e besouros). Em todas as paradas para reabastecimento tinha que lavar a viseira, pois eles (besouros, mosquitos e outros voadores) resolveram se suicidar se jogando contra mim. Coisas de mosquitos argentinos. No final do dia eu estava parecendo um limpador de galinheiro ou de pombal.
No meio do caminho, o GPS do Sandro (ultima tecnologia, o melhor do mundo, bla, bla, bla) com os mapas, dicas, hoteis, etc., resolveu abandonar a expedição, apagou e não acende mais. Ou seja, o Sandro que vem puxando a caravana ficou mais perdido do que morcego surdo. Dai passamos a usar o metodo tradicional, mais antigo e mais barato, ou seja: "Senior, por favor, donde fica..." e assim fomos nos perdendo e nos achando hehehehe
Em Corrientes, após rodarmos pela cidade, ficamos em um hotel de frente para o Rio (acho que Parana) com uma vista muito bonita. Jantamos em um cassino próximo e eu ganhei 2 pesos (não joguei rsrsrsrs). Os restaurantes só abrem após às 21 horas e aturar aquele cara do banho que se intitula de "gordo" e com fome e dose prá leão. Na manha seguinte não teve café porque la máquina de café andou (????), ou seja: pifou. Foi só um copo de leite e um suquinho safado de laranja com dois brioches que estavam dormindo desde a inauguração do hotel. Neste dia só fizemos 647km.
Dia 01.
Foram retas, retas e retas.... os engenheiros argentinos ao projetar uma ruta, pegam uma régua e riscam o caminho..... chega a ser cansativo. Retas, matos dos lados, retas, caminhões, retas, carros, retas, passaros e mosquitos.... O transito é pouco... só se vê o infinito das retas e o Sandro querendo pegar o "infinito" de qualquer jeito.
No caminho meu amigo só "assassinou" 2 passaros (do tamanho de uma galinha, cada um). Um foi pego pelo protetor de punho o outro bateu na bolha da moto. Eu que vinha logo atrás, só não comi alguns pedacos dos bichos e nem as penas que voaram, porque estava de capacete fechado (que aliais não dá para andar aberto)... senão iam ser as minhas refeições do dia. rsrsrs
Já ia me esquecendo do vento... temos que andar com as motos, em alguns momentos, num angulo de 30 graus (encostado no vento). Quando o vento "some" temporariamente, parece que vamos cair num vazio.
Nossa previsão era de pernoitarmos em Santiago del Estero, para irmos no dia seguinte até San Miguel de Tucuman fazer a revisão na moto do Sandro. Como somos "meninos homem", emendamos até Tucuman. Foram só 808km neste dia (mole, mole, ai, ai, ai... desculpem-me é que os dedos também doem um pouquinho, mas acho que não tem nada a ver com a viagem, deve ser artrite mesmo - coisas de velho. hehehehehe)
Vamos passar o dia inteiro por aqui e amanhã, finalmente subiremos as montanhas, que já dão para serem vistas. Hoje o "valentão" do Sandro ameaçou quem acordar ele antes de meio dia (acho que ele não vai aguentar o "tranco"... vamos pagar prá ver heheheheh)
As fotos, para variar, como foram tiradas em HD (são grandes) e são muitas, precisam ser selecionadas, pois entre as quase mil, temos fotos dos pés, das mãos, das nuvens, do vento, do nada, etc... Assim que der ele vai postar (se acordar antes de amanha).
Meu melhor abraço aos que nos acompanham (sem aperto, por favor ai, ai, ai...) Xau.
No hotel em Corrientes a internet estava fora do ar, por isso nao demos noticias.
No momento estou aqui em uma pousada em San Miguel de Tucuman, usando o laptop do Fernando (dono).
O tempo total da pousada de Foz até a fronteira (7km) e atravessá-la (alfandega e aduana), com fila e tudo, foram 25 minutos. Na aduana o Sandro mentiu, quando perguntado se tinha ido ao Paraguai (ficou com medo de acharem que ele estava trazendo "muambas") e eu tive que mostrar o seguro (carta verde) uso obrigatorio no mercosul.
Após o cambio fomos para a estrada, razoável até Pousadas, onde tinha muitos sinais e depois, até Corrientes e uma reta só.
Essa regiao da Argentina e chapada e entre uma cidade e outra são longas retas (horas a fio sem uma curvinha, pouco transito e muitos passáros, mosquitos e besouros). Em todas as paradas para reabastecimento tinha que lavar a viseira, pois eles (besouros, mosquitos e outros voadores) resolveram se suicidar se jogando contra mim. Coisas de mosquitos argentinos. No final do dia eu estava parecendo um limpador de galinheiro ou de pombal.
No meio do caminho, o GPS do Sandro (ultima tecnologia, o melhor do mundo, bla, bla, bla) com os mapas, dicas, hoteis, etc., resolveu abandonar a expedição, apagou e não acende mais. Ou seja, o Sandro que vem puxando a caravana ficou mais perdido do que morcego surdo. Dai passamos a usar o metodo tradicional, mais antigo e mais barato, ou seja: "Senior, por favor, donde fica..." e assim fomos nos perdendo e nos achando hehehehe
Em Corrientes, após rodarmos pela cidade, ficamos em um hotel de frente para o Rio (acho que Parana) com uma vista muito bonita. Jantamos em um cassino próximo e eu ganhei 2 pesos (não joguei rsrsrsrs). Os restaurantes só abrem após às 21 horas e aturar aquele cara do banho que se intitula de "gordo" e com fome e dose prá leão. Na manha seguinte não teve café porque la máquina de café andou (????), ou seja: pifou. Foi só um copo de leite e um suquinho safado de laranja com dois brioches que estavam dormindo desde a inauguração do hotel. Neste dia só fizemos 647km.
Dia 01.
Foram retas, retas e retas.... os engenheiros argentinos ao projetar uma ruta, pegam uma régua e riscam o caminho..... chega a ser cansativo. Retas, matos dos lados, retas, caminhões, retas, carros, retas, passaros e mosquitos.... O transito é pouco... só se vê o infinito das retas e o Sandro querendo pegar o "infinito" de qualquer jeito.
No caminho meu amigo só "assassinou" 2 passaros (do tamanho de uma galinha, cada um). Um foi pego pelo protetor de punho o outro bateu na bolha da moto. Eu que vinha logo atrás, só não comi alguns pedacos dos bichos e nem as penas que voaram, porque estava de capacete fechado (que aliais não dá para andar aberto)... senão iam ser as minhas refeições do dia. rsrsrs
Já ia me esquecendo do vento... temos que andar com as motos, em alguns momentos, num angulo de 30 graus (encostado no vento). Quando o vento "some" temporariamente, parece que vamos cair num vazio.
Nossa previsão era de pernoitarmos em Santiago del Estero, para irmos no dia seguinte até San Miguel de Tucuman fazer a revisão na moto do Sandro. Como somos "meninos homem", emendamos até Tucuman. Foram só 808km neste dia (mole, mole, ai, ai, ai... desculpem-me é que os dedos também doem um pouquinho, mas acho que não tem nada a ver com a viagem, deve ser artrite mesmo - coisas de velho. hehehehehe)
Vamos passar o dia inteiro por aqui e amanhã, finalmente subiremos as montanhas, que já dão para serem vistas. Hoje o "valentão" do Sandro ameaçou quem acordar ele antes de meio dia (acho que ele não vai aguentar o "tranco"... vamos pagar prá ver heheheheh)
As fotos, para variar, como foram tiradas em HD (são grandes) e são muitas, precisam ser selecionadas, pois entre as quase mil, temos fotos dos pés, das mãos, das nuvens, do vento, do nada, etc... Assim que der ele vai postar (se acordar antes de amanha).
Meu melhor abraço aos que nos acompanham (sem aperto, por favor ai, ai, ai...) Xau.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Postagem do Guaraci (início do 4º dia - são 05:40hs)
Como viram, pelo horário, o dia ontem foi "puxado"... atividade turistica total (sem moto). Por isso estou colocando alguma coisa agora no blog. O Sandro dá as impressões dele e eu as minhas. Quanto as fotos, podem aparecer em qualquer um desses comentários. Como tiramos poucas fotos, até o momento só 630 em HD, temos que selecionar, pois senão congestiona os links das concessionárias (Embratel, ...).
Ontem pela manhã: Itaipu. Estive aqui em 82, no final da obra, e achava grande - vi só por fora. Agora vendo tudo, inclusive por dentro, mudei minha opinião, para ser grande tem que diminuir muuuuuuuuiiiito... É gigantesco.
Olhem o tamanho do negócio (os funcionários, dentro da represa, trabalham de bicicleta para irem de um ponto ao outro)
Eu com um pé no Brasil e o outro no Paraguai (isso é que é elasticidade)
Em seguida fomos as cataratas fazer um "cruzeiro" de barco pelo rio, chamado circuito Macuco, que vai até debaixo de uma das quedas d'àgua (e eu, inocente, não sabia). O "comandante" do barco entra, literalmente, debaixo da desgraçada... molhamos até a alma (ops, a alma tinha pulado fora, antes). Só xinguei a mãe dele e seus parentes, até a 5ª geração. Parei na 5ª pois no computo geral, valeu a pena, pois vi um amigo nosso tomar o banho do mês (colocou o banho em dia)... Ele disse que agora, só em janeiro de 2011, se não pegar chuva até lá. rsrsrsrs
Olhem onde o "comandante" nos enfiou.
No final da tarde fomos até o "estrangeiro": Paraguay... Comparar com a rua da Alfandêga ou o Mercadão de Madureira no RJ é maldade... a rua da Alfândega ou o Mercadão são shopping de luxo perto daquilo lá. Como as lojas fecham as 15:30hs ficamos em um shopping que fechava mais tarde.... poucas lojas e poucas opções. Resumindo meus "guaranis" eles não viram.
Encerramos no Pizza Hut (sonho de alimentação daquele certo amigo do banho).
Bem, agora vou preparar o Formigão (amarrar a bagagem. Pobre, metido a besta, não tem bauleto, alforjes, etc. na moto... se vira no mochilão mesmo) e partir, lá pelas 08:00h, para Corrientes na Argentina (+- 650km)... no meio do caminho teremos, que fazer câmbio, alfândegas, colocar nafta nas motos e ir em frente. Se der acompanhem pelo GPS (que "xique"). Obrigado pelas msg de incentivo e proteção. Abração a todos.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Terceiro dia Foz do Iguaçu Post do Sandro.
Hoje esta sendo um dia de turista convencional, visitamos Itaipu pela manhã bem cedo e as Cataratas logo depois. Fizemos o passeio completo na hidroeletrica e pudemos ver ela por dentro e por fora. É impressionante como aquilo é grande.
Depois fomos as Cataratas, o parque é lindo e fizemos o passeio de barco voltando completamente molhados, os caras entram com o barco literalmente embaixo das quedas menores alem de subir e descer umas corredeiras bem grandes. Voltamos molhados e felizes, alias falando em felicidade, o Guaraci esta econmizando uma grana pagando meia entrada nas atrações hehehe.
Agora vamos sair para "almojantar" e em seguida visitar o unico shopping do Paraguai que abre a noite.
Amanhã cedo partimos para a Argentina e dai começa a parte internacional da nossa viagem.
domingo, 28 de novembro de 2010
Postagem do Guaraci no Paraná.
O Sandro ficou com frescura de que cada um tinha que ter a sua postagem pessoal (vai tudo para o mesmo blog), então......
Bem vamos lá:
Ainda não colocamos todas as fotos, pois, pelo menos, em Ourinhos, a internet de lá não era tempo de resposta e sim prazo de entrega.
Finalmente o Formigão pegou chuva aqui no Paraná e, com isso, tivemos que baixar a velocidade. Alias, quando chegarem as multas, virá um ou dois carros do correio sozinho trazendo as nossas multas, intimações e, talvez, ordem de prisão (sem fiança).
As fotos podem estar nesse MEU POST ou no do Sandro. Mas ele vai colocar.
Amanhã vamos dar um de turista por aqui (Cataratas, Itaipu e, talvez, Paraguai, nas muambas. Conto as novidades depois.
e.t.: Hoje rodamos 721 km (haja km).
Bem vamos lá:
Ainda não colocamos todas as fotos, pois, pelo menos, em Ourinhos, a internet de lá não era tempo de resposta e sim prazo de entrega.
Finalmente o Formigão pegou chuva aqui no Paraná e, com isso, tivemos que baixar a velocidade. Alias, quando chegarem as multas, virá um ou dois carros do correio sozinho trazendo as nossas multas, intimações e, talvez, ordem de prisão (sem fiança).
As fotos podem estar nesse MEU POST ou no do Sandro. Mas ele vai colocar.
Amanhã vamos dar um de turista por aqui (Cataratas, Itaipu e, talvez, Paraguai, nas muambas. Conto as novidades depois.
e.t.: Hoje rodamos 721 km (haja km).
Segundo dia Ourinhos/SP x Foz do Iguaçu/PR Post do Sandro.
Hoje quem se atrasou foi o Guaraci, ele e o Japa da recepção não se entenderam bem e ele foi acordado com 2 horas de atraso em relação ao que pediu. Alias não entendi direito porque ele queria acordar as 5 da madruga mas cada louco com a sua mania hehehe. Cafe da manhã tomado e pé na estrada.
Mais um dia foi vencido e hoje o caldo engrossou, pista simples quase que o tempo todo, ventos muito fortes e no final umas 2 horinhas de chuva. Chegamos bem a Foz do Iguaçu, logo na entrada fomos abordados por um "promotor de hospedagem", um cara com colete amarelo cheio de propaganda de hotel que nos "indicou"uma pousadinha um pouco afastada do centro com precinho camarada e boa estrutura.
Hoje passamos por cenarios maravilhosos, me senti na Europa naquelas estradinhas das regiões rurais da Italia. Fiquei impressionado como o povo planta por aqui, as fazendas usam cada m2 disponivel chegando ate ao acostamento da estrada.
Amanhã vamos fazer um turismo aqui em Foz e na terça partimos para a Argentina.
Abraços,
Sandro.
sábado, 27 de novembro de 2010
Primeiro dia - RJ x Ourinhos/SP Post do Guaraci
Agarrado nos patuas, terços e rezas fortes finalmente chegamos. Foram 7 horas e 50 minutos em cima do Formigão, logico que o fiofó ficou formigando. Tirando o trecho do centro de São Paulo que tem mais marginal que no morro do Alemão as demais estradas foram tranquilas. O tempo ajudou bastante e foram 831 km onde em alguns momentos a temperatura chegou a 36 graus. Algumas fotos dentre muitas para provar o evento. Beijos a todos e inté.
Primeiro dia - RJ x Ourinhos/SP Post do Sandro.
Sobrevivemos hehehe!!!!!!!! Eu escrevo neste momento do lobby do "Imperial Palace Grande Hotel Ourinhos", pelo nome parece até grande coisa mas na verdade é um hotel de interior com tudo que um hotelzinho deve ter, classificação "3 cometas e 4 meteoros", mas limpo hehehe.
Cheguei atrasado no primeiro dia, marcamos as 6:00 no pedagio da Linha Amarela e eu para variar me enrolei com os afazeres e cheguei as 6:20. Fotos tiradas partimos com destino a Ourinhos, a estrada estava otima do inicio ao fim, paramos umas 4 vezes e ate rolou um bife com fritas hehehe afinal gordo não vive sem almoço. As estradas de SP não cansam de me surpreender, estão cada vez melhores. Ate a chegada em Ourinhos só tivemos alegrias e depois de Sampa os pedagios são liberados para motos, deveria ser assim no pais inteiro.
Chegamos mais rapido que o previsto, parte pela otima situação das estradas e parte pela pressa de completar o primeiro dia, talvez seja melhor dar uma revisada nas velocidades, não vou entrar em detalhes pois tem pais e filhos lendo hehehe.
Amanhã nos falamos de novo.
Abraços,
Sandro.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Descrição da aventura
Deserto do Atacama, mais de 9.000km entre três amigos |
Uma aventura muito sonhada pelo grupo, depois de decidirem em Janeiro/10, começaram todos os preparativos, rotas, materiais e estadias, levando sempre em consideração o baixo custo da viagem.
O grupo foi composto por 3 amigos, que são: Sandro, 39 anos, empresário, amante em esporte de aventura e atualmente curte as trilhas de moto. Wagner, 39 anos, empresário, que também é amante em esporte de aventura e atualmente curte no mesmo grupo as trilhas de moto. Guaraci, 63 anos, aposentado, e onde gasta a maior parte de seu tempo programando e viajando por esse mundo afora.
Tudo começou no desejo de viajar de moto e descobrir esse lugar, onde, dito por vários amigos, ser uma experiência única. No inicio seria somente dois participantes e com o passar do tempo o 3º integrante se juntou com toda sua experiência em viagens. Começaram então as reuniões, onde em comum acordo, decidiram tudo, com base em muitas pesquisas, conversas, cervejas e discussões sadias, até concluir o roteiro.
Um pouco da História deste lindo lugar. A região foi primeiramente habitada pelos atacamenhos, povo da região juntamente com a civilização dos nativos aymaras, ambos deixaram um legado inestimável em termos arqueológicos, daí o seu nome deserto do Atacama. Tal riqueza é guardada em importantes museus, salientando-se o Museu de San Miguel de Azapa, localizado no Vale de Azapadadeduer distante 12 km de Arica e o Museu Del Padre Le Paige, em San Pedro do Atacama. Há importantes manifestações de arte rupestre pré-colombianas na região, que é o berço de uma das maiores esculturas de figura humana feita na pré-história, o Gigante do Atacama. Nas entranhas do deserto também se podem descobrir ruínas intactas como as Vivendas Circulares de Tulor, que datam do 800 a.C., e as pukaras, fortalezas de defesa em Quitor e Lasana, além do centro administrativo Inca em Aricae Ásia. Em seu contorno há uma série de pontos turísticos, que são: Valle de la Luna (Chile), é uma pequena depressão de 500 metros de diâmetro, com solo salino e rodeado por morros com formações exóticas lembrando o solo lunar. Destacam-se as Três Marias, Anfiteatro e cavernas. Há uma grande quantidade de Cristais de sal, um intenso calor de dia podendo chegar facilmente aos 54°C, El Tátio (gêiseres), a 4.300 metros de altitude aos pés do vulcão Tatio. Esse campo geotérmico é uma das principais atrações do país. Todos os dias, ao amanhecer, afloram violentos jatos de vapor nestes poços de água fervente. O conjunto é formado pelo colorido do solo, o céu limpo e as colunas de até 6 metros de vapor é de rara beleza e por ultimo o Vulcão Licancabur.
Da aventura: O grupo sairá do Rio de Janeiro no sábado dia 27 de novembro e o retorno está previsto para Sexta feira dia 17 de dezembro, onde haverá o encerramento da aventura com uma confraternização do grupo com as suas famílias e seus seguidores. Nesse meio tempo passará por várias cidades como: Ourinhos, Foz do Iguaçu, Corrientes, Santiago Del Esteiro, Salta, Susques e finalmente San Pedro de Atacama, onde o grupo descansará 5 dias naquele lugar tão sonhado e aguardado e retornando por outros caminhos, que são: Antofagasta, Copiapó, Vicuña, San Juan, Córdoba, Colon, São Gabriel (atravessando o Uruguai), Lages, Registro e finalmente Rio de Janeiro. Serão 9.223km de estradas asfaltadas e de ripio, diante de muito calor e muito frio e com variação de altitude que vai desde o nível do mar até 4.800 metros no Paso de Jama, um pouco antes de chegar a San Pedro de Atacama.
A aventura será registrada através de imagens de vídeo e fotográfica, pois todo seu conteúdo será transformado em um livro de imagens e um documentário da expedição. O olhar de um ângulo inusitado do Deserto e a conquista do grupo.
Temos certeza que o resultado será surpreendente. Vamos passar por lugares maravilhosos que serão vistos por outro ângulo e de uma forma jamais vista antes por nós. “Vamos estar mais próximo da natureza, dos animais, descobrir riquezas ambientais e povoados escondidos”, prevê Wagner.
O lema do grupo denominado Cavaleiros do Atacama é: “Nada é mais forte que o coração e o companheirismo de um motociclista, porque ele é forjado no calor do asfalto, no frio do vento e na água da chuva”.
O grupo irá tentar manter uma velocidade de 120 km/h, que quase chega ao limite da motocicleta de um dos integrantes, que irá na frente do comboio com uma Honda XRE300, logo atrás irá a BMW G 650 GS e fechando uma BMW GS 1200, que será nosso apoio levando o máximo do equipamento mais pesado, para preservar as de menos cilindradas.
Todo o trajeto e acontecimentos poderão ser curtidos por quem se cadastrar no site www.cavaleirosdoatacama.blogspot.com onde diariamente, sempre que possível, será atualizado com os últimos acontecimentos do dia. A cada dia que passa aumenta a ansiedade do grupo, mas agora falta menos que imaginamos.
Muito em breve colocaremos mais informações de como estão sendo os preparativos para essa grande aventura.
Observações:
1) Para ver fotos e vídeos clique nos links apropriados, em cada quadro. A melhor forma de visualizar é, quando abrirem as fotos, ver com "slideshow". Na foto em que houver uma câmera, trata-se de filme. Deve-se clicar nela e aguardar o filme ser carregado.
2) Para ver comentários e/ou deixar o seu, clique no final do quadro apropriado em "comentários".
Rio de Janeiro ao Deserto do Atacama (Chile)Clique na foto para ampliá-la
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
3ª viagem - RJO x SAO x RJO
Nessa viagem só foram o Formigão e a Gordarela. Por problemas particulares a Magrela não pode participar.
Os objetivos foram ir à Feira de Motocicletas no Anhembi (interessante) e ver as novidades nas ruas das motos, particularmente, a Rua General Osório, no centro de São Paulo (um mundo de peças e acessórios).
No dia 08/10/2010, 6ª feira, nos encontramos às 05h30min, após o pedágio da linha amarela e usamos as mesmas táticas das viagens anteriores. Fomos direto até o Graal de Itatiaia (196 km), onde abastecemos, tomamos café e seguimos viagem até o posto de gasolina Frango Assado na Avenida Ayrton Senna (200 km), já em São Paulo. Abastecemos e prosseguimos até o hotel em São Paulo, na Rua Lopes de Oliveira, no centro (76 km).
Com mais experiência a Gordarela foi na frente, dando o ritmo e orientando o caminho, seguida pelo Formigão.
Foram rodados 472,2 km em 5 horas, com velocidade média de 118,05 km/h. Sendo gastos, aproximadamente, 30 minutos na 1ª parada e 15 minutos na 2ª parada. Ou seja, ficamos pilotando durante 4 horas.
No dia 11/10/2010, 2ª feira, às 09h00min saímos do hotel e retornamos ao Rio de Janeiro. Paramos em Guarulhos (34 km) para abastecer e seguimos viagem até Roseira (139 km), onde paramos para lanchar, abastecer e seguir viagem. Nossa próxima parada, somente para abastecimento do Formigão, foi em Nova Iguaçu (237 km). A última parada foi após o pedágio da linha amarela (61 km), às 14h20min para despedidas.
Foram rodados 471,8 km em 5h30min, com média de velocidade de 110,75 km/h. Sendo gastos, aproximadamente, 10 minutos na 1ª parada, 50 minutos na 2ª e 5 minutos na 3ª. Ou seja, ficamos pilotando durante 4h26min.
O total percorrido, entre a ida e a volta, foi de 944,0 km. A excessão de um pouco de chuva no início do retorno, não houve qualquer outro inconveniente.
A maioria das fotos são do Salão da Motocicleta em São Paulo (Anhembi).
Os objetivos foram ir à Feira de Motocicletas no Anhembi (interessante) e ver as novidades nas ruas das motos, particularmente, a Rua General Osório, no centro de São Paulo (um mundo de peças e acessórios).
No dia 08/10/2010, 6ª feira, nos encontramos às 05h30min, após o pedágio da linha amarela e usamos as mesmas táticas das viagens anteriores. Fomos direto até o Graal de Itatiaia (196 km), onde abastecemos, tomamos café e seguimos viagem até o posto de gasolina Frango Assado na Avenida Ayrton Senna (200 km), já em São Paulo. Abastecemos e prosseguimos até o hotel em São Paulo, na Rua Lopes de Oliveira, no centro (76 km).
Com mais experiência a Gordarela foi na frente, dando o ritmo e orientando o caminho, seguida pelo Formigão.
Foram rodados 472,2 km em 5 horas, com velocidade média de 118,05 km/h. Sendo gastos, aproximadamente, 30 minutos na 1ª parada e 15 minutos na 2ª parada. Ou seja, ficamos pilotando durante 4 horas.
No dia 11/10/2010, 2ª feira, às 09h00min saímos do hotel e retornamos ao Rio de Janeiro. Paramos em Guarulhos (34 km) para abastecer e seguimos viagem até Roseira (139 km), onde paramos para lanchar, abastecer e seguir viagem. Nossa próxima parada, somente para abastecimento do Formigão, foi em Nova Iguaçu (237 km). A última parada foi após o pedágio da linha amarela (61 km), às 14h20min para despedidas.
Foram rodados 471,8 km em 5h30min, com média de velocidade de 110,75 km/h. Sendo gastos, aproximadamente, 10 minutos na 1ª parada, 50 minutos na 2ª e 5 minutos na 3ª. Ou seja, ficamos pilotando durante 4h26min.
O total percorrido, entre a ida e a volta, foi de 944,0 km. A excessão de um pouco de chuva no início do retorno, não houve qualquer outro inconveniente.
A maioria das fotos são do Salão da Motocicleta em São Paulo (Anhembi).
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terça-feira, 27 de julho de 2010
2ª viagem - Rio x São Lourenço x Rio
Nos encontramos no dia 25/07 (domingo) às 06:30 hs logo após o pedágio da linha amarela. A tática foi à mesma empregada na viagem anterior. Uma parada programada, após 195 km, no Graal de Itatiaia para lanche e reabastecimento, onde estava previsto 30 minutos, porém, por distração e bate-papo, gastamos 1 h nessa parada. Nesse percurso, por duas vezes, na serra, andamos durante algum tempo sob neblina cerrada, onde a visibilidade não passava de 100 metros à frente e temperatura em torno de 14º.
Na subida da serra, após a Dutra, para São Lourenço, quase toda a estrada está mal recapeada, transversalmente, para escorrer água da chuva, o que a torna perigosa, sem levar em conta a terra espalhada, buracos nos dutos e o imenso número de curvas.
Ao chegar em São Lourenço estacionamos e demos uma volta na praça próxima a entrada do parque das águas. Olhamos o movimento e por recomendação de um nativo, fomos ao restaurante Mama Mia, onde almoçamos, e, em seguida, tomamos o caminho de volta, só parando para fotos, não realizadas, por ter acabado a bateria da máquina. Na descida até a Dutra o tráfego estava intenso.
Como programado, fomos direto até o posto de gasolina Resendão para reabastecimento, onde gastamos 45 minutos nessa parada.
Após a serra, já na baixada, nos deparamos com engarrafamento que se prolongou até a entrada da linha amarela. Como, para motos, engarrafamentos são contornados, andamos entre os veículos com sucesso.
Foram rodados, no total, 600 km
Às 18:10 hs, dentro da programação, previamente feita, estávamos na saída do túnel da linha amarela, para comentar a viagem e nos despedirmos.
Algumas fotos não estão legíveis por desregulagem da máquina e a maioria foi tirada em movimento, mas preferimos mantê-las para registro.
Na subida da serra, após a Dutra, para São Lourenço, quase toda a estrada está mal recapeada, transversalmente, para escorrer água da chuva, o que a torna perigosa, sem levar em conta a terra espalhada, buracos nos dutos e o imenso número de curvas.
Ao chegar em São Lourenço estacionamos e demos uma volta na praça próxima a entrada do parque das águas. Olhamos o movimento e por recomendação de um nativo, fomos ao restaurante Mama Mia, onde almoçamos, e, em seguida, tomamos o caminho de volta, só parando para fotos, não realizadas, por ter acabado a bateria da máquina. Na descida até a Dutra o tráfego estava intenso.
Como programado, fomos direto até o posto de gasolina Resendão para reabastecimento, onde gastamos 45 minutos nessa parada.
Após a serra, já na baixada, nos deparamos com engarrafamento que se prolongou até a entrada da linha amarela. Como, para motos, engarrafamentos são contornados, andamos entre os veículos com sucesso.
Foram rodados, no total, 600 km
Às 18:10 hs, dentro da programação, previamente feita, estávamos na saída do túnel da linha amarela, para comentar a viagem e nos despedirmos.
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Algumas fotos não estão legíveis por desregulagem da máquina e a maioria foi tirada em movimento, mas preferimos mantê-las para registro.
terça-feira, 22 de junho de 2010
1ª viagem - RJ x Itaipava x Terê x RJ
Nos encontramos no dia 20/06 (domingo) às 07:00hs, logo após o pedágio da linha amarela. Para o percurso foi combinado que a Magrela iria na frente, o Formigão (menos experiente em estradas) iria em seguida e a Gordarela, por ser mais possante, fecharia a fila. Foram rodados, aproximadamente, 250 KM com 3 paradas (Casa do Alemão em Itaipava, Pastelaria do Chinês em Teresópolis e no Mirante, também em Teresópolis para fotos). Quase todas as estradas entre Itaipava e Teresópolis estão em manutenção, seguindo, em alguns trechos, em meia pista. Às 12:00hs estávamos parados na saída do túnel da linha amarela para comentar a viagem e nos despedirmos. Adiante, mapa do percurso e fotos da viagem.
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